
Um acarinhado invulgar. Preso pelo ódio. Liberto pelo amor. Meus sonhos serão reais. Mais tarde ou mais cedo, o céu enrijecido que molha o meu ego ferido se abrirá. Aí deixarei a minha guerra esfriar. Viverei a minha utopia. Continuarei sonhando contigo "toda a vida", pois não poderei viver contigo nunca. A Tua mente mais do que insensível e irresponsável murcha as minhas flores, destrói o meu tecto. Mas sem dúvida que sempre darei tudo por mais um dia de prazer. Não só; mas contigo. Algo te bloqueia no passado, te desvia do presente e destrói o teu futuro. Faço e farei parte de todos. O teu querer recai em mim, de uma forma fútil e irreal. Algo que combinado seria fácil atingir. Um agarrar de mãos suave e puro, olhando-nos como se aquele fosse o dia mais sentido das nossas vidas, fosse o sentimento jamais sentido. Vem o sol do dia e morre sempre algo. A noite sempre foi óptima para amar. Continuamos seguindo a nossa consciência esperando que ela tome as nossas decisões mais difíceis. Mas esquecemo-nos que a nossa inconsciência realiza as nossas intuições tanto para o senhor do "céu" como para o escravo do "inferno".
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