terça-feira, 9 de agosto de 2011

Continuação do fim da linha.

O senhor é mestre. Ele sabe e não sabe. Qualquer um pode decidir por si com o seu Senhor. Podes pensar que tens o trono mas amanhã, podes não ter um grão de arroz. A mim não me importa, só importa a quem pensa que "importa". Pensa. A melhor hipótese para a nossa mente é viver onde o voar de uma ideia dolorosa desagua no mar;
Onde vão e vêm atitudes que ajudam a humanidade a ser algo que vai bem além do olhar.

Se queres ajuda-la, morre onde queres viver pois é lá que a tua vontade te manda estar, não te prendas. Um dia caminharemos em sentidos opostos, esquecendo tudo entre nós. Viveremos por nada e seremos pouco mais. Dia após dia iremos nos apaixonar por cada defeito um do outro sem nos apercebermos, pois mesmo que na altura parecessem os piores, naquele dia serão os melhores. Aí já alguém se perdeu para nunca mais voltar atrás no mundo onde cada um quer ficar.



(Minha letra de música favorita alongando bem mais as minhas palavras.)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

The solitary


"I hate to follow and I hate to lead.
Obey? Oh no! And govern? No indeed!
Only who dreads himself inspires dread.
And only those inspiring dread can lead.
Even to lead myself is not my speed.
I love to lose myself for a good while.
Like animals in forests and the sea,
To sit and think on some solitary isle,
And lure myself back home from far away,
Seducing myself to come back to me."

O único deus que alguma vez existiu. Nietzsche

sexta-feira, 8 de julho de 2011


One day, all the leaves will fall. There will be no hope. Just instinct. No more happiness or sad. Only tears on his/her face. One day there will be no more "day". One day the time will end.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Amor Ódio!


Um acarinhado invulgar. Preso pelo ódio. Liberto pelo amor. Meus sonhos serão reais. Mais tarde ou mais cedo, o céu enrijecido que molha o meu ego ferido se abrirá. Aí deixarei a minha guerra esfriar. Viverei a minha utopia. Continuarei sonhando contigo "toda a vida", pois não poderei viver contigo nunca. A Tua mente mais do que insensível e irresponsável murcha as minhas flores, destrói o meu tecto. Mas sem dúvida que sempre darei tudo por mais um dia de prazer. Não só; mas contigo. Algo te bloqueia no passado, te desvia do presente e destrói o teu futuro. Faço e farei parte de todos. O teu querer recai em mim, de uma forma fútil e irreal. Algo que combinado seria fácil atingir. Um agarrar de mãos suave e puro, olhando-nos como se aquele fosse o dia mais sentido das nossas vidas, fosse o sentimento jamais sentido. Vem o sol do dia e morre sempre algo. A noite sempre foi óptima para amar. Continuamos seguindo a nossa consciência esperando que ela tome as nossas decisões mais difíceis. Mas esquecemo-nos que a nossa inconsciência realiza as nossas intuições tanto para o senhor do "céu" como para o escravo do "inferno".

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Bem fundo. Ou bem vivo!


Quatro paredes. Um sol para tanto desespero. A cada primavera, uma nova flor. A cada desilusão, uma nova força. Consciência de que tudo pode ser perfeito. Sonhos, divagações, "espasmos ideais" de uma mente destrutiva e despreocupada. A cada picada um novo medo. Algo estará para acontecer. Algo que definitivamente é bom para o ser, mas mau para o seu ego.

Um olhar Ariano sobre um penhasco. "Descer"? Ou "subir"? O meio termo é sempre acessível a almas vãs. É necessário estar só, construir o nosso próprio mundo, e "viver" dentro dele.

Submergindo do fundo de um lago cristalino o mais sensível pensamento visto de dentro, consegue mesmo assim parecer turvo e inacessível, mesmo assim possível! Ao brotar da mais límpida água depara-se com um duelo altamente complexo e delirante. Sobreviver!

Cabe a cada intelectualidade lutar para que o seu próprio pensamento mesmo que ilusório e irreal se converta em algo palpável, sem contradições, um verde puro que faça algo valer a pena, que faça algo fazer sentido!!

Penas soltam-se juntando-se à breve brisa. Como poderemos morrer, se conseguimos voar?
Não morreremos. Quem voa jamais morre. Quem sente o mundo como ele é jamais se sentirá traído por ele.
Pensamentos obtusos, vindos de animais rasteiros e vulgares que apenas sopram para que nós, penas, voemos mais alto. O mundo foi feito para quem sabe voar e para quem sabe cair. Não para quem não consegue voar. Esses terão de esperar até que o seu inútil "amor" construa um novo mundo.

Nosso (penas) Deus, o vento, dá as coordenadas. Tal como o tempo, Deus de todos os seres dá o rumo. A felicidade será sempre como o buraco da agulha; está disponível a todos, mas quem "vê mal" dificilmente a alcança.