Segue o meu rosto. Toca-me. Diz que existo.
Uma pequena luz, por toda a eternidade deslizará por ventos e marés nauseabundas e hostis.
Algo que enerva.
Olhos, vejam como a liberdade existe.
Podemos acordar, era um sonho.
No dia em que o nada deambular no nada talvez nasça um brinquedo chamado liberdade.
Algo tão simples como o voar de uma ideia livre de preconceito algum;Tão firme e louco como o amor.
Infelizmente se algum dia "houver" liberdade, a paz morrerá, deixando cada intelecto destruir o seu próprio chão.
Seres gémeos, apenas peço um "Olá".
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
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